sábado, 19 de novembro de 2016

Uma Resposta ao Pósmodernismo Filosófico


Uma Resposta ao Pósmodernismo Filosófico


Por Norman Geisler
Tradução: Felipe Forti

Prémodernismo normalmente é pensado como a era anterior à 1650 d.C. O tema dominante era a metafisica ou o estudo do ser (realidade). O modernismo então começou com Rene Descartes por volta de 1650 e voltou a atenção à epistemologia ou como conhecer. A data precisa do Pós-modernismo é disputada. Apesar de suas raízes estarem em Friedrich Nietzsche (d. 1900), ele não começou a tomar forma até por volta de 1950 com Martin Heidegger e começar a ocupar a cadeira da frente em discussões uma década ou duas depois com Derrida. O foco primário do Pós-modernismo é a hermenêutica ou como interpretar. O objeto da interpretação pode ser a história, a arte, a literatura, mas desconstruir é o foco central.
Alguém ilustrou a diferença entre os três períodos de pensamento utilizando a imagem de um juiz. O juiz Pré-moderno diz: “Eu os chamo pelo que eles são”. O juiz Moderno clama, “Eu os chamo como eu os vejo”. Mas o juiz Pós-moderno declara: “Eles não são nada até eu poder vê-los”.

sábado, 12 de novembro de 2016

Criacionismo


Por Caio Peclat da Silva Paula

Material de Criacionismo

Recentemente eu (Caio) participei de um debate com o tema: Criacionismo X Evolucionismo. Meu objetivo aqui não é discutir as implicações do tema, mas sim disponibilizar uma parte do material que distribui para os ouvintes com a seguinte tese: É necessário um Criador para um Universo que possui um propósito (a vida humana). Não tomei uma posição certa de Criacionismo, eu tive como objetivo introduzir o pensamento Criacionista ao público. Assim, entendi que toda e qualquer espécie de Criacionismo pressupõe a existência de um Criador. Espero que você aproveite a leitura.

sábado, 5 de novembro de 2016

Seria a fé bíblica uma fé cega?


Seria a fé bíblica uma fé cega? Será mesmo que a Bíblia nos ensina a crer cegamente naquilo que ela ensina? A resposta rápida é: Não. Mas pra respondermos de forma mais aprofundada, alguns textos devem ser considerados. Esses textos são João 20:29 e Hebreus 11:1, que dizem:

Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.
João 20:29

Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.
Hebreus 11:1

Esses textos são usados tanto por ateus quanto por crentes-mornos-nãoJulgueis para argumentar contra o uso da apologética cristã, e dizer que a fé, na verdade, é cega. Porém, uma exegese apropriada desses textos demonstra que eles não passam nem perto de ensinar isso.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O meu, o seu, o NOSSO Banquete!

Do blog: Pelos Caminhos do Mundo
https://peloscaminhosdomundo.wordpress.com/2014/10/15/

Escrito por Caio Peclat da Silva Paula

O meu, o seu, o NOSSO Banquete!

domingo, 9 de outubro de 2016

O que Nietzsche não nos conta!


Escrito pelo leitor Caio Peclat da Silva Paula

O que Nietzsche não nos conta!


Talvez a maior justificação para as nossas ações seja o tão famoso - “porque eu quero”. Como estamos acostumados, o “querer” está sempre por trás das nossas escolhas. Entretanto, nem sempre – pelo menos, na filosofia- foi assim. A ideia de escolha sempre foi pautada em algo fora do agente (indivíduo) que está a escolher. A vontade dos deuses, o bem comum, a sociedade sem classes; tudo isso – e um pouco mais- servia de balança (critério) para pesar as possíveis ações. Note que todas essas balanças não pertencem ao agente, elas estão fora dele. Nesse contexto aparece um tipo de pensamento antropocentrista, que entende a decisão com um ato do agente e para o agente, sendo o agente o autor, o que serve de balança e o que recebe o resultado, assim a escolha faz parte do próprio organismo do agente.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Resposta aos Dez Questionamentos de Azenilto Brito



O Pastor Adventista Azenilto G. Brito me enviou uma mensagem no Facebook em fevereiro (que eu só vi agora) com dez perguntas que ele faz a ex-adventistas. Bom, se você acompanha debates em páginas que debatem o adventismo, vai notar que ele simplesmente não sabe debater. E veremos o por que ao longo das respostas também. Além disso, digo de ante-mão que eu não voltarei ao adventismo. Jamais. Já esta bem claro pra mim que as doutrinas não são verdadeiras e que Ellen White não é uma profetisa de Deus. De qualquer forma, vamos responder ao questionário dele.


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Refutando Evidências de Reencarnação


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Introdução


Inicialmente, o largo numero de referencias citadas pelos chamados experts, e garantidas como prova cientifica, podem, à primeira vista, parecer convincentes para a mentalidade desatenta e tendenciosa. Porém, quando alguém começa a ir um pouco mais a fundo e compara isso às evidências cientificas reais para seu oposto, rapidamente se torna aparente às mentes criticas que as alegada evidência é altamente suspeita com criticas e refutações plenas. Já para aqueles que tentam vender estes resultados altamente duvidosos, eles então constituem um grupo marginal que são, e tem sido, ignorados pela comunidade cientifica.
Então, o que esse artigo pretende fazer, se Deus permitir, é pegar algumas dessas chamadas provas e mostrar como elas são rejeitadas pela corrente principal da ciência graças à grande massa de pesquisa empírica e dados para o contrário acumuladas nas ultimas décadas.