sábado, 9 de maio de 2015

34 citações de estudiosos e historiadores sobre o Jesus Histórico


Esse é um texto com citações de estudiosos e historiadores sobre o Jesus histórico. Historiadores Cristãos, não-cristãos e céticos.

34 citações de estudiosos e historiadores sobre Jesus


Boltmann, professor de estudos do Novo Testamento, escreveu:

“Claro que a duvida sobre Jesus ter existido ou não é sem fundamento e não vale a refutação. Nenhuma pessoa sã pode duvidar que Jesus se mantem como o fundador por trás do movimento histórico o qual o primeiro estagio distinto é representado pela comunidade Palestina mais antiga”

Paul Méier, ex-professor de História Antiga, diz:

“O total de evidencias é tão esmagador, tão absoluto, que apenas o mais raso dos intelectos se atreveria a negar a existência de Jesus.”

Historiador Craig Evans diz:

“Nenhum historiador serio de qualquer religião ou sem religião tem duvidas de que Jesus de Narazé realmente existiu no primeiro século e foi executado sob autoridade de Poncio Pilatos, o governador da Judea e Samaria.”

“Não é mais contestado seriamente que os milagres estiveram presentes no ministério de Jesus.”

“... e o consenso é, olhe, Jesus existiu, ele era Judeu, ele não estava la para quebrar a lei. Ele estava la para cumpri-la. Jesus se via como o ungido do Senhor, quer dizer, como o Messias.”

Historiador agnóstico Bart Ehrman diz:

“Essas visões são tão extremas (de que Jesus não existe) e tão não-convincentes para 99,99 % dos experts reais que qualquer um que acredite nelas tem tanta chance de conseguir um emprego ensinando em um departamento estabilizado de religião quanto um criacionista de seis dias tem chances em um bom departamento de biologia.”  

“Com respeito a Jesus, nós temos numerosos e independente registros de sua vida nas fontes por trás dos Evangelhos (e os escritos de Paulo) – fontes que foram originadas na língua nativa de Jesus, Aramaico, e que podem ser datadas de apenas um ano ou dois de sua vida [...] Fontes históricas como essas são incríveis para uma figura antiga de qualquer tipo.”

“Isso não é nem ao menos discutido entre estudiosos da antiguidade [...] não é algo discutido entre estudiosos. Não existe estudioso em qualquer faculdade, ou universidade do mundo Ocidental que ensina história clássica, antiga, Novo Testamento, Cristianismo primitivo ou qualquer área relacionada que duvide que Jesus existiu. Quero dizer... me desculpe, eu respeito sua descrença. Eu acho que ateístas tem feito um grande desfavor a si mesmos indo pelo lado do miticismo. Porque, francamente, faz vocês parecerem tolos para o mundo de fora. Se é isso que você vai acreditar, você apenas parece tolo, você esta bem melhor indo com a evidencia histórica, e argumentando historicamente, do que aparecer com a teoria de que Jesus nunca existiu. ”

“A Crucificação de Jesus pelos Romanos é um dos fatos mais seguros que temos sobre sua vida.”

Grant, diz:

“Resumindo, métodos críticos modernos falham em dar suporte a teoria de que Jesus é um mito. [essa teoria] foi de novo e de novo respondida e aniquilada por estudiosos do primeiro rank.”

Um dos mais respeitados estudiosos do Novo Testamento, Gerd Ludemann, que é um ateu, escreveu:

“A morte de Jesus como resultado de crucificação é indiscutível.”

“Deve ser considerado como historicamente certo que Pedro e os discípulos tiveram experiências depois da morte de Jesus em que Jesus apareceu a eles como o Cristo ressurreto.”

John Dominic Crossan, do grupo ateísta radical Seminário Jesus, diz:

“Que ele foi crucificado é tão certo quanto qualquer coisa na história pode ser”

Graham Stanton, da Universidade de Cambridge, escreveu sobre os evangelhos:

“Eu não acho que seja possível negar que os Evangelhos sejam um sub-conjunto de literatura antiga, quer dizer, biografias.”

Warner Wallace, ex-detetive de homicídios que se tornou Cristão ao avaliar a evidencia, diz sobre os discipulos:

“Meu trabalho como um detetive de homicídios me ensinou algo importante: Existem apenas três motivos por trás de qualquer assassinato (ou qualquer crime, ou pecado). Todos os crimes são motivados por ganância financeira, luxuria sexual (desejo relacional) ou busca por poder.”

Ele conclui:

“Examinando os motivos e as conseqüências relacionadas ao testemunho dos Apóstolos, eu ainda acho seu martírio como sendo uma das mais poderosas evidencias relacionadas a veracidade de seus testemunhos.”

Estudioso do Novo Testamento, Mike Licona, diz:

“... uma lacuna de sessenta a setenta anos entre os escritos e os eventos que eles descrevem é bem pouco comparado com o que historiadores trabalham quando falamos de outras biografias antigas.”

Gary Habermas, o estudioso do Novo Testamento mais influente do século 21, escreveu:

“Das cinco fontes normalmente reconhecidas na narrativa dos Evangelhos, os milagres de Jesus são narradas em todas as cinco, com ocorrências a algumas especificas sendo narradas em mais de uma. Os ditos de Jesus como ‘Filho do Homem’ é atestado em todos os cinco Evangelhos fonte. E a tumba vazia é atestada em pelo menos três, se não em quatro desses Evangelhos fonte. Isso ajuda a entender por que esses itens são levados tão a serio por estudiosos críticos contemporâneos.”

E. P. Sanders, grande estudioso do Novo Testamento, diz:

“Nós sabemos quem ele era, o que ele fez, o que ensinou e por que ele morreu [...] a visão dominante [entre estudiosos] hoje em dia parece ser a de que nós podemos saber muito bem o que Jesus queria fazer, de que nós sabemos muito sobre o que ele disse, e de que essas duas coisas fazem sentidos dentro do mundo do Judaísmo do primeiro século.”

“Que os seguidores de Jesus (e depois Paulo) tiveram experiencias com a ressurreição é, a meu julgamento, um fato. O que fez essas experiências eu não sei. Eu não acho fraude deliberada como uma boa explicação. Muitas das pessoas nessas listas viveram o resto de suas vidas proclamando que eles viram o Senhor ressuscitado, e muitos deles morreriam por sua causa.”

Amy-Jill Levine, professora de estudos do Novo Testamento, diz:

“Há um consenso sobre o básico da vida de Jesus em que os estudiosos concordam que Jesus foi batizado por João Batista, e depois de um período de um a tres anos debateu com as autoridades Judaicas sobre o tema de Deus, conseguiu seguidores e foi crucificado por Poncio Pilatos.”

Jacob Kremer, estudioso especialista nos estudos da ressurreição diz:

“De longe, a maioria dos exegetas mantem firmes a credibilidade da descrição bíblica a respeito da tumba vazia.”

D. H. van Daalen diz:

“É extremamente difícil objetar contra a tumba vazia com base histórica; aqueles que a negam o fazem com base em afirmações teológicas ou filosóficas.”

T. N. D. Mettinger diz:

“Até onde sei, não existe nenhuma evidencia prima facie de que a morte e ressurreição de Jesus seja uma construção mitológica.”

O historiador Geoffrey Blainey, professor da Universidade de Harvard e da Universidade Melbourne, diz:

“Minha conclusão é que, pelo padrões da época, sua história [de Jesus] foi surpreendentemente registrada, já que ele só ficou conhecido nos últimos anos de vida e, assim mesmo, em uma região do Império Romano pouco desenvolvida e afastada. De todas as pessoas comuns daquela época, desconhecidas fora de sua terra, a vida e os ensinamentos de Jesus estão entre os mais documentados.”

Prof. Graeme Clarke, da Universidade Nacional da Austrália diz:

“Francamente, não conheço nenhum historiador antigo ou historiador bíblico que teria a menor duvida sobre a existência de Jesus Cristo – A evidencia documentada é esmagadora.”

O historiador Edwin M. Yamauchi diz:

“De tempos em tempos, aparece alguém que tenta negar a existência de Jesus, mas isso é pura perda de tempo. Existem provas irrefutáveis de que Jesus existiu, portanto esses questionamentos hipotéticos são muito vazios e falaciosos.”

O estudioso do Novo Testamento, Luke Johnson da Universidade de Emory diz:

“O apoio para o modo de sua morte, seus agentes, e talvez coagentes, é esmagador: Jesus encarou julgamento antes de sua morte, foi condenado e executado por crucificação.”

A historiadora Paula Frederickson diz:

“A crucificação é o fato particular mais forte que temos sobre Jesus”

O estudioso alemão Wolfgang Trilling escreve:

“Estamos convictos e consideramos historicamente correto que Jesus de fato realizou milagres […]. Os relatos de milagres ocupam tanto espaço nos evangelhos que é impossível que tudo isso pudesse ter sido subseqüentemente inventado ou transferido para Jesus”

Michael Grant, professor no Trinity College em Cambridge e na Universidade de Edimburgo, diz:

“É verdade que a descoberta do túmulo vazio é descrita de modo diferente pelos vários evangelhos, mas, se aplicarmos o mesmo tipo de critérios que se aplicam a qualquer outra fonte literária antiga, as evidências são suficientemente fortes e plausíveis para levar-nos a concluir que o túmulo foi, realmente, encontrado vazio”

William Ward, da Universidade de Oxford, disse:

“Todas as evidencias estritamente históricas que temos são a favor [do tumulo vazio], aqueles estudiosos que rejeitam deveriam reconhecer que eles o fazem com outra base que não é a  da história cientifica.”

Peter Carnley diz

“Parece claro o bastante que, com base nessas experiencias alegadas, os discipulos estavam convictos de que eles viram o Cristo ressurreto.”

Marcus Borg diz:

“É o suficiente para um historiador saber que Jesus realizou atos que muitas pessoas, tanto amigos como inimigos [e provavelmente o próprio Jesus], consideraram milagres.”

N. T. Wright conclui:

“É por isso que, como historiador”, eu não consigo explicar o nascimento do cristianismo primitivo, a não ser que Jesus ressuscitou dos mortos, deixando uma tumba vazia para trás.”

Citações retiradas de:

James Bishop Blog:


2 comentários:

  1. “A verdade histórica é a mais ideológica de todas as verdades científicas [...]Os termos de subjetivo e de objetivo já não significam nada de preciso desde o triunfo da consciência aberta [...]. A verdade histórica não é uma verdade subjetiva, mas sim uma verdade ideológica, ligada a um conhecimento partidário”. (ARON cit. por Marrou, s/ data, p. 269)

    Se a fé nunca dependeu da história, porque fazem tanta questão desta última? Por que insistem em preservar essa bruma que envolve os primeiros séculos do cristianismo? Não devia ser assim. No entanto, quando fazemos uma aproximação dos fatos com fatos e não com ideias, é possível outra conclusão.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

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  2. “A verdade histórica é a mais ideológica de todas as verdades científicas [...]Os termos de subjetivo e de objetivo já não significam nada de preciso desde o triunfo da consciência aberta [...]. A verdade histórica não é uma verdade subjetiva, mas sim uma verdade ideológica, ligada a um conhecimento partidário”. (ARON cit. por Marrou, s/ data, p. 269)

    Se a fé nunca dependeu da história, porque fazem tanta questão desta última? Por que insistem em preservar essa bruma que envolve os primeiros séculos do cristianismo? Não devia ser assim. No entanto, quando fazemos uma aproximação dos fatos com fatos e não com ideias, é possível outra conclusão.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

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