Esse sim é um dos piores que
existem. Muitos ateus vão dizer que aquilo que não existe não pode ser provado
como inexistente. Mas, se você parar pra
pensar por cinco segundos, vai ver que o ateu, não só esta completamente
errado, como acaba caindo em uma posição tola, falaciosa e auto-refutável.
terça-feira, 26 de julho de 2016
sábado, 16 de julho de 2016
Reflexões sobre o Perdão
Hoje/ontem [15/07/2016] eu levei a
palavra à um pequeno grupo falando sobre perdão. Tema difícil e lindo ao mesmo
tempo. Este é o pilar central do Cristianismo. Dele depende toda a crença
cristã no perdão de Deus e no sacrifício de Cristo. Como eu gostei bastante do
resultado, vim compartilhá-lo com vocês.
domingo, 10 de julho de 2016
Quais livros são bons para apologistas mais avançados?
Depois da lista dos livros para
iniciantes (ok, vamos admitir, alguns ali não eram para totais iniciantes),
aqui vai a lista de livros mais avançados para quem quer manjar bem dos
paranaues da defesa da fé cristã.
sábado, 25 de junho de 2016
Pode o ateísta defender o aborto sem implicar em absurdos imorais?
Existem diversas discussões na
internet sobre temas como LGBT, feminismo e aborto. Mas este ultimo é o que
mais me intriga quando defendido por ateus. Isso porque, creio eu, um ateu não
pode defender o aborto de forma consistente. Isso pode ser visto quando o ateu
se dispõe a dizer que o feto não é um ser humano ou um ser vivo, mas sim um amontoado de células.
Agora, pense sobre isso comigo:
Se o fato do feto ser um monte de células justifica o aborto, então o
assassinato de qualquer ser vivo, da perspectiva ateísta, esta justificado. Isso
porque na visão ateísta, todo ser vivo é, na verdade, um monte de rearranjo de partículas.
Agora, pode ser respondido que os seres vivos interagem e tem sentimentos. Porem,
no fim, isso não passa de um mero enfeite descartável. O ser humano ainda assim
será um amontoado de partículas, e não é sentimento que mudará isso. Um
assassino poderia usar a mesma justificativa do abortista. No fim, se o
naturalismo for verdade, não existe absolutamente nada que da valor moral à
vida. Não há nada que de um valor ultimo ao ser humano. Somos apenas isso:
abortos da natureza. Meros frutos do acaso, sem valor, em um universo em expansão.
Não há nada errado no assassinato se não houver nada errado no aborto. Em ambos
os casos, é a morte de um monte de partículas inúteis. O assassino não faz nada
errado se o abortista também não estiver fazendo nada errado.
domingo, 12 de junho de 2016
Respondendo Comentários #7 - Argumento cosmológico e o relativismo
A leitura Luísa comentou nos
textos “Defendendo
o AC Kalam – A objeção de Hawking” e “Podem
relativistas fugir de seus paradoxos auto refutáveis?” No texto do
argumento cosmológico kalam, ela comentou:
Isso não prova
que seja o cristianismo, e as outras religiões ?
Já no texto sobre o relativismo,
ela escreveu:
Se não há
relativismo, então há o absoluto, e deve haver provas para o mesmo.
Prove que
fazer sexo antes do casamento seja errado.
Outras
religiões dizem que não há problema nisso, portanto, você mesmo caiu em um
relativismo.
Prove que as
outras religiões são falsas.
Prove que
divorciar seja errado, Prove que homossexualidade seja errado.
Tudo o que
você fez foi usar raciocínio lógico para invalidar os argumentos, sendo que
religião é algo completamente subjetivo.
Ressurreição
de Jesus, ok, também houve outras ressurreições, basta pesquisar.
Isso não prova
a existência de céu inferno eternos
Agora, se você acompanha meu
blog, saberá que eu já respondi à quase tudo isso ai. Porém, vamos em frente...
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Poderíamos usar Isaías 28:13 como principio de hermenêutica?
Poderíamos usar Isaías 28:13
como principio de hermenêutica? Quer dizer, pegar um pouco dali e um pouco
daqui pra tentar interpretar corretamente as Escrituras? Vejamos a parte que os
adeptos a esse “principio” citam:
Por isso o
Senhor lhes dirá: "Ordem sobre ordem, ordem sobre ordem, regra e mais
regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali..." - Isaías 28:13a
Alguns Adventistas do Sétimo Dia podem usar esse meio-verso para justificar as suas “escolhas” de
textos da Bíblia, ignorando o contexto, apenas para dar suporte às doutrinas
ensinadas por Ellen White. Alguns outros grupos também utilizam esse texto como
“texto-base” de hermenêutica. Existem, porém, problemas sérios com isso. Em
primeiro lugar, abre portas para uma série de heresias. Por exemplo, poderíamos
pegar o seguinte texto isoladamente:
Porque este
Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo,
e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o
abençoou;
A quem
também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei
de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz;
Sem pai,
sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas
sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.
Hebreus
7:1-3
Veja só: Melquisedeque
significa “rei de justiça”, e “rei de Sálem” é “rei da paz”. Sendo sacerdote do
Deus Altíssimo também. Sem pai, nem mãe e nem genealogia. Ora, Jesus é tudo
isso. Logo, a conclusão espirita de que Melquisedeque é a reencarnação de Jesus
tem sustento. Ou, poderíamos usar esse texto para concluir que Melquisedeque é
um outro nome de Jesus, assim como fazem com o Arcanjo Miguel. Porem, em
contexto, ao chegarmos no versículo 15, nós lemos:
E muito
mais manifesto é ainda, se à semelhança de Melquisedeque se levantar outro
sacerdote. - Hebreus 7:15
Com esse versículo, vemos na
verdade que Jesus e Melquisedeque são pessoas distintas, sendo Jesus outro
sacerdote, semelhante. O texto esta falando em sentido comparativo. Mas, com o “principio
hermenêutico” de Isaías 28:13, deveríamos considerar aquele pedaço e tentar
interpretar o contexto de outra forma, ou ignora-lo.*
O segundo problema é que, não
surpreendentemente, esse versículo esta incompleto. Não é nem ao menos o
versículo completo que é usado. Pois o versículo completo bota em cheque o uso
desse principio como base hermenêutica:
Por isso o
Senhor lhes dirá: "Ordem sobre ordem, ordem sobre ordem, regra e mais
regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali", para que
saiam, caiam de costas, firam-se, fiquem presos no laço e sejam capturados.
Isaías
28:13
Então, se considerarmos o
versículo todo, ele esta alertando contra essa pratica. Dizendo que quem
praticar isso, vai cair de costas, se ferir e ficará preso.
Em suma, não devemos usar como
base para interpretação das Escrituras textos fora de contexto escolhidos
apenas para favorecer doutrinas pressupostas. Tal “técnica” abre espaço para
uma série de problemas de interpretação, além da Bíblia nos alertar contra
isso.
*Esse ponto foi feito pelo Pr. Thomas Tronco em seu debate com o Pr. adventista Marcos Alves, no tema "Jesus é Miguel?" do programa Vejam Só. Link: https://www.youtube.com/watch?v=5J2BNdXSg08 [1:05:38]
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Seria a Justificação somente pela Fé (Sola Fide) algo novo?
Outra ideia que os apologistas
católicos romanos gostam de espalhar, é a de que a Justificação apenas pela Fé é algo novo,
que veio da reforma. Porém, uma análise da história da Igreja mostra como essa
afirmação esta equivocada.
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