domingo, 28 de setembro de 2014

Criação e Evolução #12 - A improbabilidade da evolução

Até agora nesta serie, eu tentei defender o Criacionismo Evolucionário. Eu disse que não ia falar sobre os argumentos contra a evolução, mas já que eu estou postando outros argumentos que eu não defendo no blog, então decidi postar alguns argumentos contra a evolução para meus amigos Criacionistas. (Lembrando que eu não defendo esses argumentos, só posto por curiosidade mesmo.)

A improbabilidade da evolução


John Barrow e Frank Tipler, em sua grande obra sobre o principio antrópico, “The Anthropic Cosmological Principle”, listaram 10 etapas necessárias ao longo do curso da evolução humana para que ela fosse realizada. Essas etapas são:

- Desenvolvimento de um código genético baseado no DNA
- Evolução da Respiração Aeróbica
- Evolução da Fermentação de glucose para o acido pirúvico
- Desenvolvimento da Fotossíntese Autotrófica
- Desenvolvimento da Mitocôndria
- Complexo do Undulipódio/Corpo Basal/Centríolo
- Um precursor do olho
- Desenvolvimento do Endoesqueleto
- Evolução dos Cordados
- Evolução do Homo Sapiens na linhagem de cordados

Cada uma dessas etapas é tão improvável que levaria cerca de 10 bilhões de anos para que pudessem ocorrer, e antes disso o Sol deixaria sua fase principal de estrela e incineraria a Terra. Eles calcularam que a probabilidade da evolução do genoma humano é algo entre 4^-180^110.000 e 4^-360^110.000.
Como resultado, eles afirmam:

“Há se desenvolvido um consenso geral entre os evolucionistas de que a evolução da vida inteligente, comparável em habilidade de informação-processamento a do Homo Sapiens, é tão improvável que é pouco provável que tenha ocorrido em qualquer outro planeta em todo o nosso universo visível” [1]

Atualmente, Frank Tipler acredita que a evolução foi um processo guiado.

Conclusão

De acordo com o argumento, não havia tempo para que essas dez etapas da evolução acontecessem. Antes delas poderem acontecer, a Terra serie completamente incinerada pelo Sol.
Eu não defendo esse argumento, mas acho que Hugh Ross do Reasons to Believe é um defensor atual dele.

Fontes

[1] John D. Barrow and Frank J. Tipler, “The Anthropic Cosmological Principle”, pp. 133, 565.

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